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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

MPT QUER A GUARDA NAS RUAS EM ILHÉUS

Uma Nota divulgada pelo Ministério Público do Trabalho dá a entender que os representantes da Guarda Civil Municipal de Ilhéus é o SINSEPI e o SINDGUARDA-BA. Na nota o MPT desmente os Sindicatos, que segundo a procuradora do trabalho Cláudia Soares, da unidade do MPT de Itabuna, teria divulgado em meios de comunicação da região que a paralisação da categoria estaria respaldada pelo MPT. A procuradora marcou por telefone uma audiência hoje às 14:00hs com os sindicatos, que não compareceram.

Vale lembrar que a Guarda Civil Municipal de Ilhéus em momento algum esteve parada, apenas suspendeu algumas atividades preventivas, com as Operações Centro Histórico e Guarda na Praia, devido a não utilização de armas letais. Inclusive, a Guarda Municipal esteve durante todo o dia de ontem (02) na Praça J.J Seabra realizando a segurança do local. A GCMI realizou condução de Turistas em pânico por causa da situação, como também acompanhou alguns comerciantes que sentiam inseguros com o clima que se foi criado na cidade.

ABAIXO A MATÉRIA PUBLICADA NO TRIBUNA DA BAHIA


MPT recomenda a Guarda Municipal 
de Ilhéus não paralisar atividades


O Ministério Público do Trabalho (MPT) enviou nesta sexta-feira (03) comunicado oficial aos sindicatos representativos dos trabalhadores da Guarda Municipal de Ilhéus recomendando que as atividades da instituição não sejam suspensas. As duas entidades haviam comunicado ao MPT, por ofício, que iriam paralisar o trabalho alegando falta de segurança para os guardas em função da greve da Polícia Militar no Estado da Bahia.

Para a procuradora do trabalho Cláudia Soares, da unidade do MPT de Itabuna, “não há na paralisação qualquer caráter reivindicatório. Eles, inclusive, pedem a garantia da segurança dos trabalhadores. Mas entendemos que a função da Guarda Municipal é justamente a de prover a segurança do cidadão e do patrimônio público e que a suspensão das atividades não se justifica, principalmente num momento em que há carência de efetivos policiais nas ruas”, argumenta.

A procuradora chegou a convocar, por telefone, uma audiência com o Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Ilhéus (Sinsepi) e com o Sindiguardas Bahia, que assinaram o ofício conjuntamente, para as 14h desta sexta, mas nenhum representante das entidades compareceu. “Cheguei a falar diretamente com o presidente do Sinsepi”, afirmou Cláudia Soares.

Para ela, “a tentativa de usar o Ministério Público do Trabalho para tentar referendar uma posição com a qual nós não concordamos é lamentável”. A procuradora se refere à divulgação do ofício enviado ao MPT pelos sindicatos em blogs de notícias da região, ao lado de informações que dão conta de que a suspensão das atividades estava respaldada por comunicação ao MPT.

TRIBUNA DA BAHIA

2 comentários:

  1. Acredito que os sindicalistas pelegos representantes das entidades citadas perderam uma ótima oportunidade de ficarem calados, pois, na minha opinião tentaram usar o momento político da greve dos policiais e bombeiros militares da Bahia para se promoverem como supostos representantes dos Guardas Municipais de Ilhéus objetivando ganhar a simpatia de alguns GCMs justamente num momento em que cresce o índice de DESFILIAÇÕES a tais sindicatos. O momento é da Guarda Civil Municipal de Ilhéus mostrar a cara e, dentro das condições que lhe forem dadas, contribuir para minimizar a sensação de insegurança pública vivida em Ilhéus e em toda a Bahia como consequência da justa greve dos PMs. As circunstância, suponho, devem contribuir para que o Prefeito tome as medidas cabíveis o mais urgente possível para armar nossa corporação.

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  2. É isso aí Campelo, VC falou tudo. Concordo em número, gênero e grau.

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